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  Código: 35
 

 

 

Coletânea de Poemas, de Augusto dos Anjos

 

 

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau dArco, Paraíba, no dia 20 de abril de 1884.

Cético em relação às possibilidades do amor (Não sou capaz de amar mulher alguma, / Nem há mulher talvez capaz de amar-me), Augusto dos Anjos fez da obsessão com o próprio eu o centro do seu pensamento. Não raro, o amor se converte em ódio, as coisas despertam nojo e tudo é egoísmo e angústia em seu livro patético (Ai! Um urubu pousou na minha sorte). A vida e suas facetas, para o poeta que aspira à morte e à anulação de sua pessoa, reduzem-se a combinações de elementos químicos, forças obscuras, fatalidades de leis físicas e biológicas, decomposições de moléculas. Tal materialismo, longe de aplacar sua angústia, sedimentou-lhe o amargo pessimismo (Tome, doutor, essa tesoura e corte / Minha singularíssima pessoa). Ao asco de volúpia e à inapetência para o prazer contrapõe-se porém um veemente desejo de conhecer outros mundos, outras plagas, onde a força dos instintos não cerceie os vôos da alma (Quero, arrancado das prisões carnais, / Viver na luz dos astros imortais).

A métrica rígida, a cadência musical, as aliterações e rimas preciosas dos versos fundiram-se ao esdrúxulo vocabulário extraído da área científica para fazer do Eu - desde 1919 constantemente reeditado como Eu e outras poesias - um livro que sobrevive, antes de tudo, pelo rigor da forma. Com o tempo, Augusto dos Anjos tornou-se um dos poetas mais lidos do país, sobrevivendo às mutações da cultura e a seus diversos modismos como um fenômeno incomum de aceitação popular. Vitimado pela pneumonia aos trinta anos de idade, morreu em Leopoldina em 12 de novembro de 1914.

Possui 61 páginas em formato PDF.

 

R$ 1.00

 

Esta é uma Apostila Digital e Será Entregue via Email.

 

 
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