Principal Promoções Como Funciona Listagem Fale Conosco Downloads
 
  Pesquisar Produto por Palavra...
O valor a direita mostra o valor total a ser pago...

R$ 0,00

  Envie ou Confira seu pedido...
 
Adm. do Tempo
Administração
Agrárias
Alimentação
Animais
Artesanais
Autoajuda
Automotivo
Bolsa de valores
Botânica
Cabeleireiro
Comunicação
Concursos
Construção Civil
Criação
Culinária
Cultivo
Dinheiro
Direito
Economia
Empreendedorismo
ENEM
Ensino Fundamental
Ensino Médio EJA
Esotérico
Espiritismo
Espiritualidade
Esportes
Fotografia
Gestão
Humorismo
Idiomas
Informática
Inteligência
Internet
Liderança
Literatura
Literatura Estrangeira
Literatura Juvenil
Mágicas
Maquiagem
Marketing
Massagem
Mecânica
Mistérios
Música
Policial
Política
Profissionais
Psicologia
Relacionamentos
Romance
Saúde
Sexo
Terror
Variados
Vendas
Vestibular
   
   
 
   
 
   
    Cadastre seu Email e receba informativos do site...
   
  Código: 40
 

 

 

Casa de Pensão, de Aluísio de Azevedo

 

 

Narrado em terceira pessoa, Casa de Pensão inicia com a chegada do jovem maranhense Amâncio ao Rio de Janeiro, que para ali se muda no intuito de estudar Medicina na corte. Chegando na cidade, Amâncio procura o Sr. Luís Campos, negociante, amigo de seu pai, que lhe oferece pouso na Capital. O Sr. Campos era casado com D. Maria Hortênsia, que não se mostra muito a vontade com a chegada do menino à sua casa, mas que acaba aceitando a decisão do marido.

Embora fosse mais econômico, Amâncio não se mostra muito satisfeito com o fato de se hospedar na casa da família, pois ele fora para a Capital com o sonho de também viver a noite, as mulheres, de viver plenamente os seus 20 anos.

Sobre a trajetória de Amâncio, ele apanhava do pai na infância e tinha uma aparência frágil. Na escola, ele parecia soltar todos a repressão de casa. Até que um dia ele bate num menino. O seu professor bate em Amâncio, em contrapartida, e ainda diz para o menino que apanhara também bater no seu algoz. Amâncio não aceita a vingança e discute com o professor, dando-lhe uma bofetada. Além de apanhar na escola, ao chegar em casa, ele também apanha do pai. Este acontecimento faz com que Amâncio se torne medroso, apesar das carícias, cuidados e proteção da mãe, D. Ângela.

Então, no Rio de Janeiro, Amâncio sentia-se só, até encontrar um colega (nem tão íntimo) do Maranhão, Paiva Rocha. Eles se encontram na rua, e Amâncio o convida para almoçar. No caminho do Hotel dos príncipes, os dois encontram dois amigos de Paiva Rocha, Salustiano Simões e João Coqueiro. Os quatro vão almoçar. Amâncio mostra-se maravilhado com a vida na Corte, com o almoço, com o menu em francês. E não economiza neste primeiro almoço, pagando a conta para todos. João Coqueiro, ao fim da refeição, convida Amâncio para visitá-lo. Entretanto, ele é levado, já bêbado, por Paiva Rocha (que também lhe pede dinheiro) para a sua república, onde Amâncio vomita e passa a noite. No dia seguinte, o ambiente degradado marca o jovem maranhense. Ao sair ele encontra uma empregada e tenta agarrá-la, sendo repelido.

Amâncio mostra-se confuso, pois não queria permanecer na prisão da casa de Campos, mas como sentia-se atraído por D. Hortênsia, pensava em ficar por lá. João Coqueiro, ao chegar na casa da família, encontra uma carta de João Coqueiro, convidando-o a visitá-lo. Ele vai.

João Coqueiro era filho de uma rica senhora que se casara com um homem devasso e desregrado, que batia em João Coqueiro, fazia-o comer e até mesmo beber, para torná-lo homem de verdade. Com a morte do pai, a mãe abre uma casa de pensão, mas ela também morre em seguida. João Coqueiro e Amélia, sua irmã, vão morar, então, com uma amiga da família, Madame Brizard, mulher de 50 anos. Com a convivência, João Coqueiro e Mme. Brizard decidem se casar e reabrir a casa de pensão que fora da mãe de João Coqueiro.

João Coqueiro, após conhecer Amâncio, comenta com a esposa que possivelmente encontrara um marido para a irmã, já com 23 anos. A menina, comunicada por Mme. Brizard concorda com a possibilidade.

Assim, Amâncio vai à casa de João Coqueiro. Lá, ele conhece a família, mais os filhos de Mme. Brizard, o menino César e Nini, mulher com problemas mentais; e os moradores da pensão, tendo destaque o casal Lúcia e Pereira. João Coqueiro mostra as vantagens de viver ali: comida, lanches, carinho. Amâncio decide aceitar a oferta e, já naquela noite, dorme ali. Ao acordar, ele agarra o braço de uma menina que trabalhava ali. Enquanto isso, Mme. Brizard combinava a estratégia de Amélia: ela tinha que parecer tímida ao rapaz.

Já na pensão, Amâncio também se torna um alvo de Lúcia, que também começava a pensar em seduzir o rapaz, visto que o ele tinha dinheiro e ela não sentia absolutamente nada por seu marido, Pereira. Com a convivência na pensão, Amâncio acaba se tornando relapso nos estudos e sentindo-se culpado por isso. Mas Amâncio cai doente: bexiga (varíola). Os hóspedes ficam com medo e começam a deixar a pensão, mas Lúcia mostra-se amiga do convalescente, para desespero de João Coqueiro e da esposa, que vêem nela uma concorrente à fortuna. Pensando em se livrar de Lúcia, o casal cobra o dinheiro devido, mas ela consegue com Amâncio a quantia solicitada. Amâncio quer transar com Lúcia, mas ela diz que só o faria se ele a tirasse de seu marido e a assumisse. Apesar de saldar a conta, Lúcia e seu marido saem da casa, após ela alertar Amâncio sobre a possível exploração que João Coqueiro planejava.

Neste ínterim, também Amélia cuida de Amâncio, mas a pensão começa a perder seus hóspedes devido à doença de Amâncio, e este começa a sustentar a casa. E quando ele pensa em sair da casa, Amélia diz amá-lo. Em função de sua doença, Amâncio acaba indo para Santa Teresa, com a sua nova família, é claro. Lá, ele passa a ter uma vida de homem casado com Amélia, com a conivência de João Coqueiro, que fingia não ver o que se passava. Este sentimento aumenta quando Amâncio perde seu pai e herda sua parte da herança. Aproveitando-se na ocasião, Amélia pede uma casa a Amâncio, que reluta, mas cede. Por esta época, Amâncio é aprovado nos testes do primeiro ano da faculdade, e numa festa em comemoração do fato, ele tenta agarrar D. Hortênsia, mas esta recua.

Como Amâncio não havia ainda visitado a mãe, D. Ângela lhe escreve, pedindo uma visita, mas Amélia se impõe e não o deixa partir, dizendo que ela poderia ir junto, após o casamento. Amâncio recua, a vida de homem casado o oprime. Por esta época, Amâncio escreve uma carta se declarando a D. Hortênsia, mas Amélia a encontra e mostra ao seu irmão. Durante uma discussão sobre a viagem, Amâncio chama a família de filantes e pensa em partir sem comunicá-los. Entretanto, João Coqueiro já havia se preparado para isto.

Certo dia, quando Amâncio partiria para o Maranhão, já no cais, ele é detido pela polícia, acusado por João Coqueiro de ter violentado sua irmã. Com o fato, o Sr. Campos pensa em defendê-lo, mas desiste ao receber a carta que Amâncio escrevera para sua esposa.

Apesar das testemunhas falsas, Amâncio é absolvido do crime. João Coqueiro, então, passa a ser chacoteado por estudantes, que o acusavam de exploração, de viver na casa que de Amâncio. Desesperado com a pressão de Mme. Brizard e humilhado com a situação, João Coqueiro procura Amâncio num quarto de hotel e o mata. Ironicamente, aqueles que apoiavam Amâncio durante o processo, automaticamente passam a simpatizar com a ação de João Coqueiro.

O romance acaba com a chegada de D. Ângela ao Rio de Janeiro e a descoberta por parte desta da morte de seu filho.

Possui 236 páginas em formato PDF.

 

R$ 1.00

 

Esta é uma Apostila Digital e Será Entregue via Email.

 

 
Construtor Web Sites - Desenvolvimento de Sites

Apostilas Digitais

Valid XHTML 1.0 Transitional

Internet Explorer Netscape Mozilla FireFox Testados nos Navegadores